Laboratório de Patologia Molecular e Cultura de Células (LPMOLCEL)

Coordenação

Laboratório de Patologia Molecular
Coordenadora: Profa. Dra. Flávia Caló de Aquino Xavier

Laboratório de Cultura de Células
Coordenadora: Profa. Dra. Patrícia Ramos Cury

Laboratório de Imuno-histoquímica
Coordenadora: Profa. Dra. Flávia Caló de Aquino Xavier
Vice-coordenador: Prof. Dr. Jean Nunes dos Santos

Laboratório de Patologia Cirúrgica
Coordenador: Prof. Dr. Jean Nunes dos Santos
Vice-coordenadora: Profa. Dra. Flávia Caló de Aquino Xavier

Pesquisa e infraestrutura

Os Laboratórios de Patologia Molecular e Cultura de Células (LPMOLCEL), de Imuno-histoquímica e de Patologia Cirúrgica, vinculados à Faculdade de Odontologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), constituem um centro de pesquisa dedicado ao estudo dos mecanismos moleculares envolvidos na carcinogênese, na biologia tumoral e nas doenças da cavidade oral.

Integrados ao Programa de Pós-Graduação em Odontologia e Saúde, os laboratórios reúnem infraestrutura avançada para pesquisas em biologia molecular, cultura celular, patologia cirúrgica e medicina translacional, contribuindo para a produção de conhecimento científico e para a formação de pesquisadores altamente qualificados.

As pesquisas desenvolvidas concentram-se na caracterização molecular de lesões potencialmente malignas e do câncer de boca, na investigação do microambiente tumoral, na análise da expressão gênica e proteica e no estudo de biomarcadores diagnósticos e prognósticos. Também são desenvolvidos modelos experimentais baseados em culturas celulares bidimensionais e tridimensionais.

Os Laboratórios de Patologia Molecular e Cultura de Células realizam ainda estudos nas áreas de genômica, transcriptômica, silenciamento gênico, análise de DNA e RNA, quantificação molecular de patógenos e avaliação funcional de diferentes processos biológicos relacionados às doenças bucais.

A infraestrutura contempla áreas independentes para cultura celular e biologia molecular, equipadas com incubadoras de CO₂, cabines de segurança biológica, microscópios invertidos, sistemas de PCR em tempo real, termocicladores, plataformas para análise de expressão gênica, equipamentos para purificação e quantificação de ácidos nucleicos, sistemas de documentação de géis e fluorímetros.

Para o processamento e a análise histopatológica e imuno-histoquímica, os laboratórios dispõem de micrótomos rotatórios, processador automático de tecidos, estação de inclusão em parafina, sistemas para coloração por imuno-histoquímica, estufas, banhos histológicos, capelas de exaustão química, equipamentos para recuperação antigênica e câmaras úmidas para incubação de anticorpos. A estrutura inclui ainda microscópios ópticos de campo claro com sistemas de captura digital de imagens e recursos para armazenamento de blocos e lâminas histológicas.

Essa infraestrutura permite o desenvolvimento de projetos experimentais que integram análises moleculares, celulares, histopatológicas e imuno-histoquímicas em diferentes modelos de investigação.

Colaborações científicas

Os laboratórios mantêm colaboração com grupos de pesquisa nacionais e internacionais, incluindo instituições como a Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade de Southampton, University of Kentucky e Harvard University, além da participação em projetos cooperativos envolvendo instituições do Chile, Guatemala, República Tcheca e outros centros de pesquisa em patologia e biologia molecular.

Essas colaborações contribuem para a internacionalização das pesquisas, o intercâmbio de estudantes e pesquisadores e o desenvolvimento de projetos multicêntricos de impacto científico.

Participação no INCT Biofoto Bucal

Como integrantes do INCT Biofoto Bucal, os laboratórios contribuem para o avanço da pesquisa translacional por meio da investigação dos mecanismos celulares e moleculares envolvidos na resposta tecidual às tecnologias em saúde, incluindo aplicações em biofotônica.

A expertise em biologia molecular, cultura celular, patologia e caracterização do microambiente tumoral amplia a capacidade do Instituto de compreender os mecanismos de ação de terapias inovadoras, identificar biomarcadores de resposta e desenvolver estratégias diagnósticas e terapêuticas baseadas em evidências, fortalecendo a integração entre pesquisa básica, inovação tecnológica e prática clínica.